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Gravidez

Quais são os benefícios do parto na água? Tire suas dúvidas!

Publicado por em dezembro 6, 2024 | Atualizado em dezembro 6, 2024
5 minutos para ler

O parto na água teve origem, como prática contemporânea, no século 20, mas as suas raízes
são muito mais antigas. Havia culturas indígenas e civilizações ancestrais que já utilizavam a
água para reduzir a dor do parto, ainda que não de maneira tão estruturada quanto atualmente.
O seu “renascimento” se deu na década de 60, principalmente na França e na União Soviética.
O obstetra francês, Dr. Michel Odent, foi um dos responsáveis pela sua popularização nos anos
70, destacando os seus benefícios, como o alívio da dor e a diminuição do estresse, tanto para
a mãe quanto para o bebê. Na União Soviética, o Dr. Igor Tjarkovsky também conduziu
experimentos, notando resultados positivos.
Diante disso, o parto na água foi se popularizando mundialmente, sendo adotado por hospitais
e outras unidades em diversos países, principalmente a partir das décadas de 80 e 90.

Como funciona o parto na água?
No parto na água, a gestante dá à luz em uma banheira ou em uma piscina preparada
especificamente para isso, com a água aquecida, criando um ambiente mais acolhedor e
tranquilo durante o nascimento do bebê. Esse processo envolve a preparação de um espaço
para a ocasião, que pode ser instalado em um hospital, na residência da própria mãe etc. A
temperatura da água é mantida constante e agradável, normalmente entre 36ºC e 37°C,
assegurando conforto e segurança para ambos.
Na prática, a mamãe entra na água durante o estágio ativo do trabalho de parto,
normalmente quando as contrações se tornam mais frequentes e fortes. Reforçando:
a imersão traz diversos benefícios, como o relaxamento dos músculos.
A flutuação também facilita a movimentação, possibilitando que a mãe encontre posições mais
confortáveis para aliviar a pressão e o desconforto. A facilidade de mudança de posição pode
contribuir para a progressão do trabalho de parto e auxiliar no avanço do bebê pelo canal de
nascimento.

Quem pode fazer o parto na água?
O parto na água pode ser conduzido por profissionais de saúde qualificados e com experiência
e formação específica nessa área. Os principais especialistas habilitados englobam obstetras,
parteiras certificadas e enfermeiras especializadas em obstetrícia.
Enfermeiras obstétricas, com especialização em cuidados de parto, também estão aptas para a
condução de partos na água, especialmente em hospitais, que contam com um suporte médico
imediato. Elas têm a formação necessária para acompanhar a mãe e o bebê, garantindo a
segurança e o bem-estar de ambos.
Além desses especialistas, doulas com formação em partos aquáticos podem fornecer um
apoio emocional e físico importante para a mamãe, atuando em parceria com as parteiras ou
com os médicos obstetras. Mesmo não realizando o parto diretamente, a função das doulas é
essencial para oferecer conforto e suporte contínuo à gestante durante o processo de
nascimento.

Outros cuidados importantes
A segurança do parto na água está atrelada à qualificação e à experiência dos profissionais de
saúde, à aderência a protocolos específicos e à disponibilidade de equipamentos de
emergência. A proximidade de um centro médico é essencial para assegurar uma resposta
eficaz se surgirem complicações. A escolha pela modalidade deve ser tomada após a consulta
com um profissional de saúde, considerando a elegibilidade e as condições particulares da
gestante e do bebê.

O parto na água é um parto humanizado?
Sim. O parto na água é reconhecido como um método humanizado de nascimento, pois está
alinhado com os princípios essenciais de respeito, da autonomia e da atenção focada na
mulher e no bebê. Ele tem como objetivo restituir à mulher o papel central no processo de dar à
luz, proporcionando uma experiência mais natural, confortável e fortalecedora.
Em primeiro lugar, a alternativa permite que a gestante escolha o local e as condições em que
quer dar à luz, o que é um elemento-chave do parto humanizado. A água aquecida contribui
para o alívio da dor e para a diminuição do estresse, gerando um ambiente sereno e receptivo.
O cenário menos intervencionista, por sua vez, favorece uma sensação de conforto e de
relaxamento.
Como “plus”, o parto na água costuma ter menos intervenções médicas desnecessárias, como
analgesia, episiotomia e monitoramento fetal constante, honrando o ritmo natural do corpo
feminino. A prática reduz a medicalização do nascimento e favorece um processo mais natural.
Inclusive, encoraja-se que a mulher se movimente com liberdade e busque posições que sejam
confortáveis para ela na água, promovendo uma experiência ativa e mais consciente.
É também de grande importância a presença de pessoas de apoio escolhidas pela gestante,
como o companheiro, os familiares ou uma doula, que podem acompanhá-la durante todo o
parto. Esse suporte emocional e físico constante é vital para o bem-estar da mãe e enfatiza a
humanização do parto na água.
Em termos gerais, respeitar o tempo e o ritmo natural do nascimento é fundamental para o
parto humanizado, e o parto na água não pressiona e nem impõe intervenções desnecessárias,
proporcionando um processo mais calmo e seguro para a mamãe e o bebê. Nesse formato, os
profissionais de saúde presentes visam a garantir a segurança e a respeitar as decisões e as
necessidades da mulher.
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