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Swaddling e seus benefícios: aprenda a embrulhar o bebê.

Publicado por em janeiro 31, 2025 | Atualizado em janeiro 17, 2025
9 minutos para ler

Saiba por que manter o seu filho enroladinho pode ser positivo para toda a família!
A rotina de cuidados com o bebê sempre tem lugar para ações que promovem conforto e bem-estar.
Algumas práticas são bem efetivas, principalmente quando implicam contato com superfícies aquecidas
e aconchegantes. É o caso da técnica conhecida como swaddling.
De origem inglesa, essa palavra quer dizer envolver, enrolar ou enfaixar algo. Já dá para imaginar que a
tática consiste em cobrir todo o corpo da criança com uma faixa de tecido, certo? Embora venha
ganhando a atenção de muitos pais de primeira viagem, isso não é exatamente uma novidade.
Será que você conhece as principais características do swaddling? Prossiga com a leitura para saber
mais sobre o assunto!


O que é swaddling?
O termo diz respeito a um método antigo, usado por muitas famílias para acalmar bebês e ajudá-los a
dormir. As mães e amas de leite dos séculos XVIII e XIX já tinham o costume de acomodar o corpo das
crianças de colo em um tecido que pudesse ser enrolado em volta delas.
O propósito é o mesmo dos tradicionais cueiros de flanela, hoje substituídos pelas mantas de lã e de
algodão ou por swaddles prontos. Quem nunca presenciou, nas maternidades ou em alguma residência,
bebezinhos que parecem ter sido embrulhados em forma de charuto?
Apenas a cabecinha fica de fora, enquanto tronco, pernas e braços são totalmente envolvidos. Essa é
uma forma simples de proteger os pequenos do frio e deixá-los tranquilos. O efeito ocorre porque o pano simula a barreira do útero, tanto que algumas mulheres adotam a ideia logo após a fase do parto.


Quais são os benefícios do swaddling?
A técnica de swaddling pode trazer vários benefícios para o bebê. Veja a seguir alguns dos principais
para entender por que essa prática continua sendo aplicada.
Qualidade do sono
Conforme explicamos, a maneira como a criança fica envolvida pelo tecido simula a proteção do útero
materno. Por isso, a tendência é de que o sono do bebê tenha mais qualidade. A posição em que ele é
mantido traz calor e conforto, ajudando a relaxar e dormir bem.
Controle da ansiedade
Mais uma vez vemos o efeito positivo de se sentir envolvido e protegido. Essa posição ajuda a reduzir a
ansiedade da criança, controlando a agitação excessiva dos braços e das mãozinhas. Assim, a
tendência é de que ela fique menos inquieta.
Alívio de cólicas
Os bebês que sofrem com cólicas abdominais são muito beneficiados pelo swaddling. Isso porque a
criança se mantém mais aquecida, o que ameniza as dores que ocorrem durante o desenvolvimento da
flora intestinal.
Controle da temperatura
O organismo dos bebês tem mais dificuldade para se adaptar à temperatura do ambiente. É por isso que
eles sentem mais frio. Mas é possível controlar esse problema com a técnica de swaddling, afinal, ela
protege a pele contra o frio e o vento dentro ou fora de casa, contribuindo para controlar a temperatura
corporal.
Redução do Reflexo de Moro
Você já ouviu falar sobre o Reflexo de Moro? Esse é o nome dado aos sustos que os bebês costumam
experimentar e que fazem com que eles fiquem sobressaltados de repente. Isso acontece em função da
falta de limitação do espaço. Esse reflexo começa nas primeiras semanas e se estende até os três
meses, mas o swaddling o reduz.


Quando o cueiro é indicado?
O swaddling, quando feito da maneira correta, pode ser aproveitado em vários momentos. A maioria
prefere usar a técnica antes de colocar a criança para dormir, mas é possível aproveitá-la durante
passeios. O que importa, no processo de adesão, é garantir que o seu filho esteja confortável.
Alguns bebês não se adaptam ao método e demonstram isso com alguns comportamentos, como
agitação constante dos membros e até choro. Nesses casos, é crucial que os pais experimentem
algumas vezes, observando e respeitando cada reação do pequeno para ver se há aceitação.
A orientação do pediatra também é necessária. Nas situações em que a criança aceita bem o swadlle,
seu uso pode tornar o período da exterogestação mais agradável para mães e filhos. Isso porque o
acessório ajuda o pequeno a se sentir seguro enquanto se ajusta à nova vida fora da barriga.
Em geral, a prática voltada ao sono só deve ser mantida enquanto o bebê dormir de barriga para cima.
Assim que ele começar a explorar outras posturas, tentando girar o corpinho com mais frequência, o
ideal é dispensar o swaddle.


Como fazer swaddling?
As gerações passadas não contavam com a variedade de produtos que vemos no mercado. Antes, as
crianças eram embrulhadas em tecidos simples, o que dificultava o ato de prender as extremidades.
Agora, há swaddles de diferentes cores e tamanhos, com opções de fechos em velcro, botão ou zíper.
Essas características facilitam e tornam mais prático o uso do acessório, além de reduzir possíveis
riscos associados ao desprendimento do tecido durante a soneca do bebê.
Veja, a seguir, o passo a passo da técnica e os cuidados necessários.


Escolha uma superfície plana
Um colchão firme ou o tampo de uma cômoda são bons locais para fazer o swaddling. O importante é
que a superfície ofereça apoio para todo o tecido e o corpinho do seu filho. Além de garantir dobras
corretas, esse cuidado vai deixar suas mãos livres para conduzir o método.


Deite o bebê de costas sobre o swaddle
Cada acessório tem uma sequência de dobras específica, portanto, leia as instruções do produto para
enrolar o bebê da forma certa. Se o objetivo for fazer o charutinho com uma manta comum, o ideal é
priorizar um modelo que tenha formato quadrado. Os passos, nesse caso, são:
estenda o tecido na forma de diamante — ele ficará com uma ponta para cima, uma para baixo,
uma para o lado esquerdo e uma para o lado direito;
dobre 15 cm da ponta superior para baixo;
deite o bebê de costas, de modo que seus ombros fiquem bem na linha da dobra feita na parte
superior;
ajeite o corpinho até que fique na vertical e bem centralizado;
posicione o braço esquerdo do seu filho ao lado do corpo, deixando-o estendido, e cubra-o com a
ponta esquerda do tecido. A peça deve passar pelo peito da criança e ser presa sob o braço
direito e as costas;
em seguida, pegue a ponta inferior do tecido e leve para cima, colocando-a debaixo da primeira
dobra. Ela vai ficar mais ou menos sob o queixo do bebê;
posicione o braço direito ao lado do corpo e repita o processo, levando a ponta direita do tecido
em direção ao lado oposto e prendendo-a sob a extremidade esquerda das costas;
para finalizar, torça a ponta inferior do tecido, onde ficam as pernas, e dobre para baixo.


Use a mão para ajustar a compressão
O tecido não deve ficar muito apertado, nem muito folgado. A melhor forma de ajustar é colocar uma das
suas mãos no peito da criança na hora de fazer as dobras. Deixe-a toda estendida ou libere de dois a
três dedos para manter a distância adequada entre a pele e o swaddle.
A parte do quadril e das pernas pode ficar um pouco mais folgada para que seu filho consiga se mover
alguns centímetros. Isso evita que os membros inferiores fiquem muito esticados, prevenindo danos às
articulações e cartilagens da região.


Observe as primeiras reações
Toda novidade deve ser acompanhada de perto pelos responsáveis e por um médico de confiança.
Assim, quando experimentar a técnica swaddling pela primeira vez, mantenha seu corpo próximo ao do
bebê e analise os sinais.
Você pode apostar em sons de meditação, ruído branco e outros efeitos sonoros que ajudem a
tranquilizar crianças. Se o seu filho ficar calmo com o tecido enrolado, poderá dormir desse jeito. Basta
posicioná-lo de barriga para cima e remover qualquer elemento que estiver ao redor, como travesseiros
ou brinquedos que possam cobrir o rostinho.


Melhore a experiência do bebê
Embora segunda seja positiva Você viu que nem todos os bebê se adaptam a ela por isso
recomendamos fazer o teste para verificar além disso em algum momento a criança mesmo a criança
que acertou ficar envolvida no tecido começará a se sentir incomodada com isso
Para os pequenos que têm boa aceitação, o swaddling pode ser praticado desde o nascimento. Na
maioria dos casos, é seguro manter a prática até os 6 meses, já que, a partir dessa idade, as crianças
passam a movimentar muito o corpo.
O momento de suspender essa prática vai depender do quão ativo for seu filho. Assim, quando perceber
que ele quase consegue se livrar do tecido e anda virando para os lados, pode dispensar o swaddle.
Para que o pequeno se sinta bem confortável, também é importante ter cuidado com o tipo de tecido
escolhido. Como dito, existem muitas opções do mercado hoje em dia, sendo interessante apostar em
algo de qualidade para que a criança fique bem acomodada e, ao mesmo tempo, não haja nenhuma
reação alérgica.
Considere que a pele das crianças é muito sensível e delicada. Por isso, o ideal é escolher os melhores
materiais, como algodão egípcio, algodão prima, lã com sherpa ou microfibra plush. Também é
importante considerar a época do ano e a temperatura ao longo dos dias. Afinal, o pequeno poderá ficar
desconfortável se estiver calor demais.
Essa técnica traz diversas vantagens que influenciam o bem-estar do neném, mas também o dos pais e
o das mães. Para elas, inclusive, os benefícios do swaddling tornam o puerpério mais leve. Isso é
essencial para a vivência de uma rotina com menos preocupações e que valoriza as diferentes fases do
maternar.
Já que você está buscando informações para cuidar ainda melhor do seu pequeno, aproveite para
participar deste workshop virtual e descobrir quais são os primeiros cuidados com o bebê.

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