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PUFAs: o que são e como atuam no desenvolvimento infantil

Publicado por Joyce Alves em janeiro 23, 2026 | Atualizado em janeiro 23, 2026
9 minutos para ler

A alimentação da gestante e da lactante é um dos pilares para o desenvolvimento saudável do bebê. Entre os nutrientes que mais despertam a atenção dos especialistas atualmente estão os ácidos graxos poli-insaturados, conhecidos como PUFA.

O interesse por esses lipídios vai além da moda: cada vez mais estudos relacionam-os a funções importantes no organismo, especialmente na primeira infância. Ainda assim, muitas mães se perguntam: o que são PUFA? Para que servem durante a gestação e após o nascimento? Quais cuidados tomar? 

Este artigo apresenta respostas diretas, conceitos práticos e exemplos do dia a dia, em uma linguagem clara. Para famílias e cuidadores em busca de boas escolhas que apoiem o bem-estar desde o início da vida.

O que são PUFAs?

Antes de pensar nos benefícios para o bebê, vale conhecer o significado desse termo. PUFA é a sigla em inglês para “Polyunsaturated Fatty Acids”, ou ácidos graxos poli-insaturados, um tipo de gordura benéfica presente em diversos alimentos. 

Sua estrutura química, com mais de uma ligação dupla, garante propriedades especiais ao organismo humano, como maior flexibilidade para as membranas celulares. Existem dois principais grupos: ômega 3 e ômega 6.

Diferente das gorduras saturadas, normalmente vistas como vilãs da saúde cardiovascular, os PUFA têm papel mais protetor. Eles são classificados como gorduras “boas”, participando de funções específicas de crescimento, desenvolvimento e regulação de processos metabólicos.

Entenda a diferença entre ômega 3 e ômega 6

Ambos são PUFAs e, portanto, cumprem funções complementares. Ambos os grupos não são produzidos naturalmente pelo corpo humano e por isso precisam ser obtidos pela alimentação. Entenda:

Ômega 3

Engloba o ácido alfa-linolênico (ALA), ácido docosahexaenoico (DHA) e ácido eicosapentaenoico (EPA). Muito presente em peixes de água fria, óleo de linhaça e nozes, é reconhecido por auxiliar no desenvolvimento neurológico, visual e na redução de processos inflamatórios.

Ômega 6

Inclui o ácido linoleico (LA) e o ácido araquidônico (AA). Encontrado em óleos vegetais, como o de girassol e milho, participa da resposta imune, crescimento celular e manutenção de tecidos.

PUFA na gestação e na amamentação

O consumo adequado desses nutrientes tem impacto direto tanto na gestação quanto durante a amamentação. Durante a formação do bebê, principalmente a partir do segundo trimestre, o cérebro, os olhos e o sistema nervoso central demandam grandes quantidades de PUFAs para se desenvolverem corretamente.

Vários estudos apontam que uma dieta rica em ômega 3 e ômega 6 favorece a formação das estruturas neurais, aumentando a capacidade de aprendizado e memória na infância. No caso dos olhos, o DHA, presente nos ômega 3, é um dos principais componentes da retina e colabora para a nitidez visual do recém-nascido.

Por isso, muitos pediatras e nutricionistas reforçam a importância de uma alimentação equilibrada e da escolha de fontes seguras desses nutrientes, principalmente para mães em fase de gestação e amamentação. No blog da Granado Bebê, esse tema é abordado ao mostrar como nutrientes fundamentais para a infância podem ser oferecidos já nos primeiros meses, sempre com orientação profissional e respeito às particularidades de cada família.

O papel dos PUFA na amamentação

Durante a amamentação, a qualidade nutricional do leite materno depende diretamente dos hábitos alimentares da mãe. Segundo nutricionistas, mulheres que consomem bons níveis de PUFA produzem leites com concentrações superiores de DHA e AA, beneficiando o desenvolvimento cerebral e o sistema imunológico do bebê.

O leite materno é insubstituível, como você pode conferir no conteúdo sobre amamentação que a Granado Bebê preparou. No entanto, escolher alimentos naturais ricos em ácidos graxos poli-insaturados pode ser o diferencial no cardápio diário.

Benefícios para o desenvolvimento cerebral e visual

As descobertas científicas reforçam: os PUFA têm papel fundamental no desenvolvimento das funções cognitivas e do sistema nervoso na infância. Mas afinal, por que isso acontece?

Membranas celulares mais flexíveis

O cérebro humano é composto majoritariamente por gordura, sendo a maior parte poli-insaturada, como o DHA. Essa característica proporciona melhor comunicação entre os neurônios, facilitando a transmissão de informações.

Desempenho visual

O DHA é um dos principais componentes das células da retina. Assegura a formação adequada das conexões neurais responsáveis pela visão.

Proteção contra processos inflamatórios

O equilíbrio entre ômega 3 e ômega 6 auxilia na regulação de substâncias inflamatórias do corpo, favorecendo o sistema imune e o metabolismo.

Facilitação do aprendizado

Crianças que recebem níveis adequados desses ácidos graxos apresentam melhor desempenho em testes cognitivos e de memória.

Fontes alimentares de PUFA durante a gestação e lactação

O ideal é obter esses nutrientes por meio da alimentação, aproveitando a diversidade dos alimentos naturais disponíveis. Confira onde encontrar:

  • Peixes de água fria: Salmão, sardinha, cavala e atum destacam-se como fontes de DHA e EPA. O consumo deve ser supervisionado pelo profissional de saúde para evitar peixes com alto teor de mercúrio.
  • Óleos vegetais: Óleo de linhaça, canola, chia e girassol são ricos em ômega 3 ou 6. Podem ser incluídos em preparações frias, como temperos de saladas.
  • Sementes e oleaginosas: Nozes, castanha-do-pará, amendoim e chia também fornecem boa quantidade de PUFA. Uma pequena porção diária é suficiente para contribuir com a necessidade diária.
  • Algas: Algumas espécies, especialmente marinhas, concentram DHA e EPA. São alternativas para vegetarianos e veganos.
  • Ovos enriquecidos: Algumas marcas adicionam ômega 3 à alimentação das galinhas, refletindo no conteúdo nutricional do ovo.

Para quem está conhecendo os estágios da alimentação do bebê, o artigo O que você precisa saber sobre a introdução alimentar do bebê detalha como a transição do leite materno para novos alimentos pode incluir nutrientes valiosos como os PUFA.

Benefícios dos PUFA: o que a ciência mostra?

Os benefícios desses ácidos vão além do desenvolvimento cerebral e visual. PUFA têm influência no controle de processos inflamatórios, estimulam o sistema imunológico e ajudam na regulação do colesterol sanguíneo. 

Em gestantes, o consumo adequado contribui para o tempo correto da gestação e diminui o risco de partos prematuros.

Em bebês, estudos recentes relacionam uma boa oferta desses nutrientes com maior aptidão para concentração, melhora no comportamento e até proteção contra algumas alergias. Tanto ômega 3 quanto ômega 6 participam da formação das células nervosas, dos músculos e do sistema imune.

Como escolher alimentos ricos em PUFA para a família

Na hora de montar o cardápio, vale dar preferência a alimentos naturais, frescos e preparados com pouco óleo. Envolver as crianças no preparo dos alimentos pode ser um convite ao autocuidado e à alimentação mais saudável e divertida.

  • Varie: Consuma peixes, sementes e grãos no dia a dia. Evite repetir sempre os mesmos alimentos.
  • Tempere com óleos saudáveis: Priorize azeite extravirgem, óleo de linhaça, chia ou canola.
  • Fuja de frituras e produtos industrializados ricos em gordura trans: Eles competem com a absorção dos PUFAs e não trazem os mesmos benefícios.
  • Invista em alimentos orgânicos: Diminuem a exposição a resíduos químicos e podem elevar o valor nutricional.

Na transição para uma alimentação mais variada, contar com informação confiável e produtos de qualidade é um diferencial. No artigo sobre como apoiar o desenvolvimento neuropsicomotor da criança, você encontra dicas que unem nutrição, cuidados e atividades para uma infância saudável e segura.

Cuidado integral da família

Granado Bebê acredita que saúde e bem-estar da criança começam muito antes do nascimento. Informação clara, produtos pensados para a pele delicada e conteúdos que guiem famílias são parte do compromisso com o desenvolvimento global dos pequenos.

Além dos cuidados com a rotina diária, a Granado Bebê se preocupa em informar sobre escolhas alimentares, tema presente em diferentes artigos do blog, como no conteúdo sobre picos de crescimento e saltos de desenvolvimento.

Os ácidos graxos poli-insaturados, conhecidos como PUFA, têm papel importante no desenvolvimento saudável de crianças, especialmente durante os primeiros anos de vida e já na gestação. 

Garantir o consumo equilibrado, natural e seguro desses nutrientes é uma forma de apoiar o cérebro, a visão e o sistema imunológico do bebê, tornando a infância mais saudável e cheia de potencial.

Se você busca o melhor para seu filho, inclusive para a pele sensível e os cuidados diários, conheça os produtos da Granado Bebê, desenvolvidos com carinho para toda família. 

Perguntas frequentes

O que são ácidos graxos poli-insaturados?

Ácidos graxos poli-insaturados são um tipo de gordura “boa”, encontrada principalmente em peixes, sementes, oleaginosas e óleos vegetais. Eles se diferenciam das gorduras saturadas pela presença de mais de uma ligação dupla na molécula, tornando-se fundamentais para funções como o desenvolvimento cerebral, visual e imunológico.

Quais os benefícios dos PUFA para crianças?

Crianças que consomem níveis adequados desses nutrientes apresentam melhor desenvolvimento cognitivo, melhor visão e defesa imunológica fortalecida. Os PUFA ainda podem colaborar para o equilíbrio inflamatório do organismo, prevenir atrasos no desenvolvimento e facilitar o aprendizado.

Onde encontrar PUFA na alimentação?

As principais fontes dos ácidos graxos poli-insaturados são peixes de água fria, como salmão, sardinha e atum, além de sementes de chia, linhaça, nozes, castanhas e óleos vegetais, como o de canola e girassol. Algas e ovos enriquecidos também podem compor uma dieta variada.

PUFA faz diferença no desenvolvimento infantil?

A ciência comprova que o consumo adequado desses nutrientes é decisivo para o desenvolvimento do cérebro, da visão e do sistema nervoso de bebês e crianças. Gestantes e lactantes devem se atentar, já que hábitos alimentares nessa fase são determinantes para a saúde do bebê.

Como incluir PUFA na dieta infantil?

O melhor caminho é variar o cardápio com peixe, sementes, óleos vegetais e algumas oleaginosas, sempre de maneira natural e equilibrada. Um acompanhamento profissional pode ajudar a definir as quantidades ideais, respeitando as fases e preferências do seu filho.

Autor

  • Joyce Alves
    Joyce Alves

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